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Brasil opta por não aderir à Iniciativa do Cinturão e Rota da China
11 novembro 2024
O Brasil decidiu não aderir à Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI) da China, uma estratégia global de desenvolvimento de infraestrutura adotada pelo governo chinês em 2013.

A notícia veio antes da visita de Estado do presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, prevista para o mês que vem, à margem da cúpula dos líderes do G20 no Rio de Janeiro.
Celso Amorim, assessor do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, disse que o país trabalharia no desenvolvimento de “sinergias� com a China, sem aderir formalmente à BRI.
Espera-se que a China ofereça oportunidades ao Brasil nas áreas de infraestrutura, energia solar e carros híbridos ou elétricos.
Em dezembro de 2023, cerca de 150 países haviam aderido à BRI.
Um dos maiores projetos da BRI até agora é o Corredor Econômico China-Paquistão (CPEC), um corredor comercial que envolveu um investimento de US$ 60 bilhões pela China. Ele conecta os portos de Gwadar do Paquistão no mar Arábico com Kashgar, uma cidade na região autônoma de Xinjiang Uygur, no oeste da China. O trabalho incluiu a construção de aeroportos, ferrovias e rodovias.
Na Indonésia, uma ferrovia de alta velocidade conectando Jacarta e Bandung é outro projeto da BRI que foi concluído recentemente.
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